Month: abril 2016

Safra 2015/2016 de cana-de-açúcar na Paraíba ultrapassa cinco milhões de toneladas

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A safra, que começou e terminou com atrasos,

 fechou com uma produção de pouco mais de 5 milhões de toneladas

 

A produção de cana-de-açúcar na Paraíba referente à safra 2015/2016 contabilizou um resultado final de 5.068.684 toneladas, somando a matéria-prima de fornecedores ligados à Asplan, com a cana dos acionistas de indústrias sucroalcooleiras locais. Esse quantitativo foi inferior ao da safra passada que atingiu 6.723.322 toneladas. Os cerca de 1.800 fornecedores ligados à Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan) responderam por uma produção de 2.167.632,23 toneladas. Embora a safra tenha sido menor, a remuneração dos produtores teve uma melhora, já que o preço médio da tonelada da cana foi negociado a R$ 87,48, enquanto que na safra passada esse valor médio ficou em R$ 63,51. O processo de moagem no estado foi iniciado em agosto do ano passado e concluído agora, em abril.

A queda de produção prevista para o Nordeste, segundo o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan),  Murilo Paraíso, se cofirmou, mas de maneira mais atenuada na Paraíba. “Alagoas, o maior produtor da região, caiu de 26 milhões de toneladas para pouco mais de 14 milhões, Pernambuco também perdeu com uma safra de  11 milhões e a Paraíba, apesar de ter um tipo de solo mais raso, de tabuleiro costeiro, foi quem menos teve redução de safra proporcionalmente”, atesta Murilo. Ele lembra que a capacidade instalada da Paraíba é de 8 milhões de toneladas, mas que esse quantitativo nunca foi atingido. “Ficamos sempre em torno de 5/6 milhões de toneladas”, afirma o dirigente da Asplan.

Murilo lembra que o não pagamento da subvenção por parte do governo federal desestimulou o plantio e o trato da cana e que isso também refletiu na queda da produção em relação a safra anterior que, no entanto,  foi compensada pelo aumento na remuneração do preço da tonelada de cana que ficou acima da média das últimas três safras. Na safra 2012/13, o preço médio foi de R$ 61,33, na safra seguinte ficou em R$ 64,14. Na safra 2014/15, o preço médio da tonelada de cana foi negociado a R$ 63,51e, na atual, esse valor subiu para R$ 87,48. “É um valor que não deixa muita margem, mas, pelo menos, não coloca o produtor no prejuízo, como vinha ocorrendo nas safras passadas”, finaliza Murilo.

Comissão da Câmara aprova ampliação do prazo para pagamentos de dívidas rurais

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A comissão mista que analisa a MP 707 aprovou, no último dia 19, o relatório do deputado Marx Beltrão (PMDB-AL), que, entre outras questões, amplia o prazo para pagamentos das dívidas rurais para 31 de dezembro de 2017. O prazo para os transportadores é 30 de dezembro de 2016. A medida provisória, que contempla produtores rurais de vários estados, também amplia de R$ 100 mil para R$ 500 mil o limite dos contratos.

O relatório também autoriza a remissão de dívidas contratadas até 31 de dezembro de 2006, com valor original de até R$ 15 mil e saldo devedor não superior a R$ 10 mil em 31 de dezembro de 2015. A proposta também amplia o prazo para inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR) até 31 de dezembro de 2017 e dispõe que as operações de risco da União não devem ser encaminhadas para inscrição na Dívida Ativa da União até 31 de dezembro de 2016.

A MP, de autoria da Presidência da República, segue agora para ser analisada pelos deputados, na Câmara, e depois  para o Senado. A MP também amplia até 30 de junho de 2016 o prazo para que o BNDES refinancie contratos de financiamento destinados, por exemplo, à aquisição e ao arrendamento mercantil de caminhões, chassis, caminhões-tratores, carretas, cavalos mecânicos, reboques, semirreboques, incluídos os tipo dolly, tanques e afins, carrocerias para caminhões novos e usados, sistemas de rastreamento novos, seguro do bem e seguro prestamista, entre outras ações.

 

Paraíba se prepara para utilizar o potencial de energia solar disponível no sertão

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A Paraíba vai contar com cinco parques solares até 2021 e a licitação para construção destes parques, que irão converter a luz solar e transformá-la em energia elétrica, já foi realizada. Todos os parques serão instalados no sertão, onde a incidência solar é uma das mais altas do mundo. As cidades de Coremas e Malta devem sediar a maior parte destes parques, que juntos terão capacidade para oferecer energia para cerca de 10 milhões de casas. Essa questão e outros assuntos relacionados à matriz energética brasileira foram temas de debates do II Fórum da Energia Solar e a II Conferência Regional da Sustentabilidade Ambiental- ESSA 2016 que aconteceu, semana passada, em Pombal.

O deputado estadual e presidente da Comissão de Desenvolvimento, Turismo e Meio Ambiente da ALPB, Jeová Campos, participou do evento, no dia 18, na condição de debatedor do painel ‘Desafios e perspectivas para viabilização da energia solar no semiárido’. “O potencial de radiação solar que nós temos no sertão paraibano e que ainda é inexplorado é fantástico. Temos sol o ano inteiro, de segunda a segunda, e precisamos aproveitar isso que a natureza nos dá de graça. Os governos precisam se dar conta de que o sol é um parceiro na geração de energia que não pode mais ser desprezado”, disse Jeová, que defende o financiamento e políticas tributárias, como a desoneração do Imposto sobre a Comercialização de Mercadorias e Serviços(ICMS), para aquisição de placas fotovoltaicas.

O diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André da Nóbrega, falou sobre a incidência de raios solares na região Nordeste e reforçou que a região tem vantagens sobre a utilização da energia solar. “Nós temos o Brasil inteiro com grande atratividade para a energia solar. A região do semiárido nordestino, que envolve Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte,  é o grande vetor atrativo desta energia já que a incidência de raios solares no Nordeste é uma das mais altas do planeta e o sertão da Paraíba é ainda mais privilegiado neste aspecto. O que dificulta ainda a exploração deste recurso natural é o investimento na aquisição dos equipamentos, especialmente, das placas fotovoltaicas que são importadas, o que pode ser facilitado com o financiamento público e com políticas tributárias específicas”, disse André. Ele lembrou que diversos estados já aderiram ao  convênio do CONFAZ onde não cobram ICMS pela produção de energia descentralizada, mas que o estado da Paraíba ainda não avançou nesse sentido.

O coordenador-geral do Comitê de Energia Renovável do Semiárido – CERSA, Cesar Nóbrega, avaliou que o Fórum contribuiu para a inserção da temática das energias renováveis  na sociedade, pensando na qualidade de vida da população do Semiárido.  “E mais uma vez estamos agregando parceiros para juntos promovermos a difusão das tecnologias fotovoltaicas, pensando principalmente nas famílias mais carentes que poderão ser beneficiadas com essa energia produzida de uma fonte limpa e inesgotável” disse Nóbrega. O Fórum teve a participação de membros de instituições de ensino e pesquisa, de instituições públicas e privadas, ONGs,  empresários, órgãos de fomento, políticos, além de dirigentes, docentes e estudantes de ensino municipal, estadual e federal.

 

Empresas de ônibus, Funad e Conselho dos Idosos fazem parceria para treinamento de motoristas e cobradores

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Proposta é humanizar mais o atendimento, com foco nos passageiros que necessitam

 de atenção especial, a exemplo de deficientes, idosos e grávidas

 

Os motoristas, cobradores, despachantes e coordenadores das empresas de ônibus Unitrans e Santa Maria começaram, nesta segunda-feira (25), mais um treinamento do projeto Operador em Ação. Desta vez, os profissionais vão receber orientações de instrutores da Fundação de Apoio às Pessoas com Deficiências – Funad, do Conselho Municipal da Pessoa Idosa – CMPI, de representantes da SEMOB e do Recursos Humanos das empresas com foco na humanização do atendimentos aos passageiros, especialmente, os que necessitam de atenção especial, a exemplo dos deficientes, dos idosos e das grávidas. A capacitação acontece até a próxima quinta-feira (28), no auditório da Unitrans, em Água Fria, pela manhã, das 8h30 às 10h e à tarde, das 15h30 às 17h.

Na abertura dos trabalhos, o superintendente da Semob, Carlos Batinga falou da importância do bom convívio de operadores com os passageiros. “Nenhum setor tem tanto contato com a população como o de transporte de passageiros. Em João Pessoa, nós transportamos cerca de 400 mil passageiros/dia e somente por esse volume se tem a noção da importância de nossa atividade e o impacto positivo que ela gera no dia a dia da cidade e se pudermos fazer isso com humanização e gentileza, com certeza, teremos uma cidade muito melhor”, destacou Batinga.

O diretor institucional do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo de João Pessoa- Sintur-JP, Mário Tourinho, enalteceu o empenho das empresas em capacitar seus profissionais, na busca da melhoria contínua dos serviços, lembrando que a falha de uns poucos, não pode comprometer todo o sistema. “O ideal é que nós não tivéssemos nenhum falta, que 100% dos operadores aplicassem no dia a dia as orientações que recebem das empresas, mas é injusto imputar ao sistema a falha de uns poucos e esse treinamento reflete a orientação das empresas de que devemos  tratar com cortesia e gentileza os nossos passageiros, especialmente, os que precisam de atenção diferenciada que é hoje o foco de nosso treinamento”, disse Mário.

Ainda durante a capacitação, a presidente do Conselho Municipal da Pessoa Idosa – CMPI, Fátima Holanda, destacou a importância de uma atenção especial por parte dos operadores enquanto transportam idosos e elogiou a iniciativa das empresas em capacitar seus profissionais com esse objetivo. “O idoso conquistou o passe livre e ele não pode ser discriminado por isso e eu sei que a queima de paradas, quando ocorrem, não é uma orientação das empresas, mas uma má conduta do motorista que precisa ser combatida e isso é feito através de treinamentos como este que mostram a importância da humanização e do respeito ao próximo”, lembrou ela.

Marina Santos, assistente da Funad e deficiente visual, reforçou a necessidade dos operadores terem uma atenção especial quando transportam pessoas deficientes, alertando para o fato da população deficiente ter um quantitativo expressivo. “Hoje, 23,91% da população brasileira apresenta algum tipo de deficiência, no NE são 26,5%, enquanto que em João Pessoa são mais de cem mil pessoas. É um universo expressivo que precisa de acessibilidade e de ter sua mobilidade urbana assegurada”, disse ela. Nesse momento, Mário Tourinho lembrou que em 2000, quando as empresas assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta para ampliar a acessibilidade no sistema de transporte da capital, haviam seis ônibus equipados com plataformas e, atualmente, esse número é de 400 veículos.

O encerramento das atividades da manhã foi feito pela assistente social da Funad, Conceição Lacerda, que mostrou vídeos que mostram os direitos dos deficientes e a maneira como se pode auxiliar essas pessoas em diversas situações do dia a dia a dia. Ela também conduziu uma dinâmica com os operadores, colocando-os na condição de deficientes, para mostrar as dificuldades que os obstáculos e a não acessibilidade de ruas, escolas, avenidas etc, provocam no deslocamento destas pessoas.

A diretora da Unitrans, Lorena Dantas, que fez a abertura dos trabalhos, junto com os gerentes de tráfego da Unitrans, Adeilton Nascimento, e da Santa Maria, Rogério Vieira, destacou a importância dos treinamentos e pediu que os operadores colocassem em prática os ensinamentos. A gerente de Recursos Humanos da Unitrans, Isabela Maria e a piscóloga da Santa Maria, Tayane Rodrigues, também estavam presente.

Programa ‘Renovar’ pretende revitalizar lavoura canavieira do NE

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Região que já chegou a produzir 180 toneladas por hectare,

atualmente produz, em média, 50 toneladas

 

Aumentar a produção de cana-de-açúcar no Nordeste, por meio do financiamento à renovação e implantação de novos canaviais e, consequentemente, a oferta de empregos na região. Esse é o objetivo do programa de Revitalização da Lavoura Canavieira dos Fornecedores do Nordeste – Renovar. A proposta foi apresentada nesta quarta-feira (20), aos produtores canavieiros paraibanos, na sede da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), pelo consultor e coordenador do grupo de trabalho do Renovar, Gregório Maranhão.

Segundo Gregório, a região Nordeste está com uma produção de cana 22% abaixo da média histórica e com um rendimento por hectare muito aquém da capacidade instalada da região e isso se deve, principalmente, a ausência de um instrumento regulatório para a atividade, a falta de renovação dos canaviais e ao comprometimento da renda, que impediu que o produtor nordestino fizesse o custeio de sua cultura. “Temos cana na região que está na 12ª folha. Em termos de produtividade isso é um desastre”, argumenta o consultor.

Para Gregório, o não pagamento da subvenção aos produtores da região pelo governo federal agravou a situação restringindo ainda mais a capacidade de investimento dos fornecedores que terão, através do Renovar, essa possibilidade de fazer o custeio e a renovação de seus canaviais. “A proposta é buscar junto ao FNE, que tem recursos disponíveis para essa finalidade, o apoio necessário para realização do custeio e da renovação dos canaviais da região. Contemplando todos os estados produtores do Nordeste teremos capacidade para gerar 180 mil empregos, entre diretos e indiretos, provocando um impacto positivo na região sem precedentes”, afirma Gregório. Os recursos pleiteados via Renovar totalizam R$ 900 milhões/ano, durante três anos.

Ainda segundo Gregório, a renovação de canaviais antigos e à ampliação da área plantada é uma condição fundamental para aumentar a produtividade da lavoura nordestina de cana e, consequentemente, expandir a produção de açúcar e etanol, gerando milhares de empregos na região. “É um projeto bastante audacioso e perfeitamente viável e a Paraíba, a exemplo do que já fez Pernambuco, certamente não medirá esforços para que ele se concretize”, destacou o presidente da Asplan, Murilo Paraíso.

Cana transgênica no Brasil só deve ser liberada para plantio comercial a partir de 2017

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Desde 1994 que o país desenvolve pesquisas com cana transgênica, mas, até agora só há autorização para testes de campo. O plantio comercial deve ser autorizado no ano que vem

 

O Brasil começou as pesquisas com cana transgênica em 1994 e já detém a tecnologia para o plantio, mas, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) ainda não liberou o plantio comercial da cana geneticamente modificada. Atualmente, só há autorização para testes em campo. A previsão é de que a primeira e segunda geração de cana transgênica no Brasil, resistente a broca, vire realidade nas safras 2018/2019 e 2019/2020, respectivamente. Essas foram algumas das informações repassadas na manhã desta quarta-feira (20), pelo Pesquisador, Professor e Doutor Tercilio Calsa Júnior, do Departamento de Genética da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), para produtores de cana-de-açúcar da Paraíba.

A ação, que fez parte do ciclo de palestras técnicas realizadas pela Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), aconteceu no auditório da entidade e reuniu produtores, industriais e interessados no assunto. Segundo o palestrante, a complexidade do genoma da cana é o principal empecilho para a utilização da cana transgênica no plano comercial. “O genoma da cana é muito complexo e resultante de vários cruzamentos, daí quando se acha uma tecnologia que combate à seca, ela é vulnerável a insetos, quando não é vulnerável a insetos tem baixa resistência a seca, etc”, explica o professor, lembrando que já existem estudos com mais de 40 variedades de cana transgênica para ser plantada no país aguardando autorização do CTNBio.“Uma destas variedades deve ser liberada para plantio a partir do ano que vem”, disse Dr. Tercilio.

Para o pesquisador, o que aconteceu com a soja, milho, algodão e outras culturas que usam a modificação genética, deve ocorrer também, com a cana-de-açúcar. “Sempre que há uma comprovação de que a espécie geneticamente modificada dá maior produtividade e reduz custos, sem trazer complicações para seu consumo e comercialização, a tendência natural é que ela seja adotada em maior escala, como aconteceu com a soja transgênica que responde hoje por 82% do mercado, com o algodão que tem 68% oriunda de semente transgênica”, afirma Dr. Tercilio, lembrando que numa escala de pesquisa e avanços com a cana transgênica, o Brasil ocupa a oitava posição, atrás dos EUA, Austrália, China, Índia, Argentina, Colômbia e África do Sul, nessa ordem.

O presidente da Asplan, Murilo Paraíso, que fez a abertura do evento, elogiou a palestra. “Embora se pesquise no país há 24 anos, muitas questões sobre cana transgênica ainda são pouco conhecidas e essa palestra de hoje, esclareceu várias questões sobre o assunto nos dando um norte de como comportar-se diante desta novidade que deve estar disponível para o plantio a partir do próximo ano”, disse o dirigente que estava acompanhado de outros membros da diretoria da Asplan, a exemplo do vice-presidente, Raimundo Nonato e do diretor, Oscar Gouveia, que também elogiaram o nível da palestra e fizeram várias intervenções durante a apresentação.

A palestra denominada “Melhoramento genético e cana transgênica: da pesquisa ao campo” foi promovida pelo Departamento Técnico da Associação (DETEC). Segundo o engenheiro agrônomo da Asplan e coordenador do DETEC, Vamberto Rocha, a palestra foi muito  positiva e esclareceu dúvidas sobre o assunto. “O palestrante trouxe informações atuais e importantes de como se encontra os estudos sobre a cana transgênica junto às instituições de pesquisa e abordou de forma clara e objetiva as perspectivas de começo de plantio no país da cana transgênica a partir do ano que vem”, finalizou Vamberto.

 

Estoque do Banco de Leite de Patos está crítico e se não houver mais doações prematuros podem ficar sem receber o produto

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O que o banco tem em estoque hoje só dá para alimentar

os recém-nascidos que estão na maternidade por mais sete dias

 

O estoque do Banco de Leite Humano Dra. Vilani Kehrle, da Maternidade de Patos, está com apenas 29 litros. Atualmente, somente 13 doadoras fornecem o leite para a instituição, assim mesmo com regularidade variada. A situação é crítica e pode comprometer a alimentação dos cinco recém-nascidos que estão na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal, dos três bebês que estão na UCIN, dos sete que se encontram  no alojamento Mãe-Canguru e de um prematuro que está no pavilhão da maternidade e que necessitam do leite materno para sobreviver.

Para se ter ideia da grave situação do banco neste momento, basta lembra que a dieta dos RN é feita a cada três horas e que juntos, os 16 bebês que estão hoje na maternidade, consomem, em média, quatro litros/dia e como não têm previsão de alta, pois isso depende do ganho de peso e das condições de saúde de cada um, se os estoques não forem repostos a quantidade que está no banco só dá para alimentá-los por mais sete dias. “Isso sem contar com novas necessidades, já que todo dia há vários partos na maternidade e esse quadro se altera a cada momento”, diz a coordenadora do banco de leite, Joana Sabino, lembrando que o banco já chegou a ter um estoque de 180 litros.

Joana faz um apelo às mães para que doem o excesso de leite. “É um ato de amor, que não prejudica o filho da doadora, pois o leite doado é o excedente, ou seja, é o que não é utilizado para o bebê que suga o leite da mãe. Além do que, quanto mais o seio é estimulado, maior será a produção’, destaca Joana. Ela lembra que para doar, basta que a mulher apresente o cartão da gestante e esta com os exames em dia que o banco fornece o kit de coleta, com luvas e potes, e a retirada é feita sem que a doadora tenha que sair de casa, em domicílio. “A ajuda é valiosa e salva vidas”, afirma Joana, lembrando que o leite materno ajuda na recuperação e faz com que os bebês deixem a maternidade mais rápido, além de proteger contra infecções gastrointestinais e, por isso, o risco de mortalidade infantil é reduzido.

Empresário Alberto Pereira completa 60 anos e é homenageado por familiares, amigos e funcionários

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O aniversário do empresário Alberto Pereira do Nascimento foi comemorado na manhã desta segunda-feira (18), na sede de uma das empresas do Grupo A. Cândido, a Unitrans, em Água Fria. A comemoração foi preparada por funcionários das empresas que integram o Grupo e reuniu a família do homenageado, amigos e colaboradores que, na ocasião, deram testemunhos da grandeza e virtudes do aniversariante. Depois dos discursos, houve a entrega de presentes, o tradicional ‘Parabéns para você’ e, sem seguida, foi servido um café da manhã.

O empresário Agnelo Cândido, irmão do aniversariante, foi um dos que falou na ocasião. Além de destacar a importância do irmão para a família, os negócios do Grupo, e das homenagens prestadas a Alberto, ele lembrou que o principal capital das empresas é o seu quadro de colaboradores. “É muito bom quando a gente pode homenagear a pessoa em vida e você Alberto merece todas as homenagens e é ainda melhor comemorar mais um ano de vida com as pessoas que partilhamos o nosso dia a dia e isso inclui o capital humano de nossas empresas, que são os nossos funcionários. Que venham mais 60 anos”, disse Agnelo.

O aniversariante, que comemorou seis décadas de vida, neste 18 de abril, agradeceu a homenagem, destacando um dos antigos colaboradores, o Sr. Albanizo, hoje aposentado, que atuou como motorista das empresas do Grupo, relembrando algumas histórias vividas com ele na época em que o empresário dividia a direção dos ônibus como motorista da antiga empresa de seu pai. “Quero agradecer a Deus por esses sessenta anos bem vividos, pela minha família, meus filhos, meus netos e por todas as pessoas que estão aqui comigo e que ajudam a conduzir o ‘barco’ de nossas empresas que é pesado, como bem disse o nosso gerente Adeilton, mas que se torna leve com a dedicação e ajuda de nossos funcionários a quem eu quero homenagear na pessoa do Sr. Albanizo, um colaborador que já está aposentado mas que sempre fará parte da história de nosso Grupo como tantos outros”, disse o empresário que começou a trabalhar aos 15 anos e até hoje mantém uma rotina diária de trabalho de mais de 10 horas.

“Só não renuncio ao mandato em respeito aos meus eleitores e porque com ele sou mais forte para lutar contra as injustiças”

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Essa afirmação foi feita pelo deputado estadual Jeová Campos logo após a aprovação do prosseguimento do processo de impeachment da presidenta Dilma na Câmara

 

“Estou triste, decepcionado, sem fôlego, sem chão, e só não renuncio ao meu mandato amanhã em respeito aos meus eleitores e também porque como parlamentar terei mais condições de fazer ecoar a minha indignação e lutar para que a democracia seja respeitada e que a vontade popular das urnas prevaleça soberana. Essa forma de fazer política me enoja”, se manifestou essa noite, o deputado estadual Jeová Campos (PSB) logo após o encerramento da votação na Câmara Federal, que aprovou o prosseguimento do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Para o parlamentar, esse triste episódio maculou de vez a imagem dos políticos brasileiros. A aprovação do prosseguimento do processo de impeachment, que agora segue para o Senado,  teve 367 votos sim, 137 não, 07 abstenções e duas faltas.

Ao questionar o resultado da votação, o deputado disse ainda que o povo paraibano, após essa lamentável farsa da política brasileira, deve fazer um juízo de valor sobre seus representantes em Brasília, principalmente, sobre os deputados federais Veneziano Vital do Rego, Manoel Júnior, Wilson Filho e Agnaldo Ribeiro. “Veneziano vivia enaltecendo o ex-presidente Lula e depois o governo Dilma e votou a favor do impeachment, Manoel Júnior fez tudo para integrar o governo Dilma, na condição de Ministro da Saúde e como não conseguiu sucesso votou a favor do processo, Wilson Filho, cujo pai e mentor político, era do alto escalão do Banco do Brasil e que sempre foi aliado da presidenta e de Lula, também votou pelo afastamento da presidente e Agnaldo Ribeiro que foi ministro de Dilma e compactuou com o governo também foi a favor do golpe”, destacou Jeová.

Segundo Jeová, o povo paraibano precisa dar uma resposta à altura para os políticos que, com seu voto, atentaram contra a democracia, rasgaram a constituição e abriram a possibilidade de uma presidente sem nada que atentasse contra ela, eleita pelo voto, possa ser cassada. “Os corruptos cassaram uma presidente honesta. Isso é uma situação tão esdruxula, que não tenho palavras para definir minha indignação e desapontamento com a classe política brasileira que, com discursos que mais pareciam piadas, disseram sim ao golpe”, disse Jeová, lembrando que essa foi uma batalha perdida, mas que mantém esperanças de que no Senado essa injustiça seja reparada.

 

Energia limpa e renovável e mudanças climáticas serão temas de debates do II Fórum da Energia Solar e a II ESSA 2016

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II Conferência Regional da Sustentabilidade Ambiental e Fórum serão realizados em Pombal com a participação de João Paulo, da SUDENE e do deputado Jeová Campos

 

A cidade de Pombal (PB) está pronta para sediar, a partir de segunda-feira (18) e até o dia 20 de abril, simultaneamente, o II Fórum da Energia Solar e a II Conferência Regional da Sustentabilidade Ambiental- ESSA 2016. A proposta dos organizadores é debater a atual conjuntura de escassez hídrica e limitações da atual matriz energética brasileira e, a partir daí, formular políticas públicas para continuar avançando com novas reflexões e proposituras sobre esse cenário. Durante o evento, que acontece no CCTA, da UFCG, serão debatidos temas correlatos a mudanças climáticas e energia limpa e renovável. O superintendente da SUDENE, João Paulo e o deputado estadual, Jeová Campos, participarão do evento, no dia 18, na condição de expositor e debatedor, respectivamente, do painel ‘Desafios e perspectivas para viabilização da energia solar no semiárido’.

A programação do dia 18, inclui uma apresentação cultural às 8h, seguida da solenidade de abertura, e depois com a conferência ‘O potencial do Semiárido para geração de energia solar e as informações da COP21’, com o conferencista Ivo Poletto. Ainda pela manhã será realizado o Painel I “Energia solar na matriz energética brasileira”, com o expositor André da Nóbrega, da ANEEL. Às 14h, haverá a apresentação de trabalhos científicos e as 15h15, o Painel II ‘Desafios e perspectivas para viabilização da energia solar no semiárido’, com o superintendente da SUDENE, João Paulo, na condição de expositor.

No dia 19, a programação começa às 8h, com apresentações culturais. Em seguida se debaterá o ‘Projeto estratégico em energia solar para o semiárido: o relevante apoio financeiro da Misereor’, com o expositor Heitor Scalambrini, da UFPE. As 10h30 está previsto o debate em torno do tema ‘Impactos socioambientais das grandes centrais eólicas e solares:a relevância dos sistemas de indicadores de sustentabilidade’. A programação da tarde começa às 14h, com o tema ‘Linhas de financiamento para a energia solar’. Em seguida, se debaterá ‘Ações para garantir a energia solar no semiárido’.

No último dia, a programação também começa com uma apresentação cultural, às 8h, seguida da exposição de ‘Experiências exitosas’, de várias instituições. As 10h30, a organização do evento abrirá espaço para a participação de pessoas que queiram firmar compromisso com o Fórum de forma individual ou institucional. Cada participante terá 10 minutos para se pronunciar.  O encerramento está previsto por volta de meio-dia, com a elaboração da Carta de Pombal, com as sugestões e deliberações advindas dos debates.

Membros de instituições de ensino e pesquisa, de instituições públicas e privadas, ONGs,  empresários, órgãos de fomento, políticos, além de dirigentes, docentes e estudantes de ensino municipal, estadual e federal são o público alvo do evento.