Month: março 2016

Jeová Campos faz apelo aos deputados para que façam um esforço conjunto para participar das sessões legislativas

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Para o parlamentar a ausência dos parlamentares só aumenta o descrédito da classe política . Mesmo apelo já foi feito diversas vezes pelo presidente da ALPB

 

            “Eu não quero ofender qualquer companheiro ou companheira que compõem esse plenário. O que eu entendo é que nós devemos fazer um esforço conjunto para que esse plenário funcione para votar matérias importantes e relevantes. Pela sexta vez, um projeto de resolução de minha autoria entrou na ordem do dia mas não pôde ser votado pela falta de quórum e isso me preocupa. Quando eu vejo o plenário, em horário de expediente normal, com apenas dez deputados de 36, eu penso que isso termina colaborando para aumentar o descrédito com classe política”, disse Jeová Campos durante o pequeno expediente na ALPB, durante sessão na manhã desta quinta-feira (31). Esse mesmo apelo tem sido feito reiteradas vezes pelo presidente da ALPB, Adriano Galdino.

O parlamentar lembrou que os deputados são muito bem pagos para exercer suas funções. “Eu sou pago para isso e muito bem pago e não escondo isso de ninguém. Qualquer deputado aqui recebe salários bem acima da média da sociedade paraibana e penso que todos nós temos o dever de estar neste plenário participando das sessões”, disse Jeová. O Projeto de Resolução de Jeová que já entrou seis vezes na Ordem do Dia e não consegue o quórum de 24 deputados para ser apreciado  é a concessão da medalha Presidente Epitácio Pessoa ao desembargador Siro Darlan de Oliveiro, natural de Cajazeiras.

 

Jeová Campos critica afirmações de Miguel Reale Júnior e disse que ele não faz jus ao nome do grande jurista que foi seu pai

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Para o parlamentar, Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff, fez um discurso  antijurídico e fora de ordem

           

O deputado Jeová Campos (PSB) aproveitou o pequeno expediente na ALPB na manhã desta quinta-feira (31) e fez duras críticas às colocações do Sr. Miguel Reale Júnior, que deu depoimento, na noite desta quarta-feira (30), na Comissão que conduz o impeachment da presidente Dilma na Câmara, e disse que em nenhum momento ele fez uma fala científica do ponto de vista jurídico. “Lamentei profundamente ver o filho do grande jurista Miguel Reale, de imenso saber jurídico e inteligência, do qual sou discípulo, fazer um depoimento tão antijurídico, tão fora de ordem. Seu pai deve ter estremecido no túmulo ontem à noite”, disse Jeová.

Em nenhum momento, segundo o deputado, durante seu depoimento, Miguel Reale Júnior, disse qual foi o crime de responsabilidade praticado pela presidenta Dilma Rousseff e só falou de superávit fiscal. “Ele parecia um banqueiro falando e como jurista, autor do projeto de impeachment, teria o dever de dizer qual foi o fato criminoso praticado por Dilma. Aprendi com Miguel Reale pai, que o fato é a razão de ser do Direito e que o Direito nasce do fato e ao fato se destina. Quais são os fatos que estão imputando a presidente para pedirem seu afastamento?”, questionou o parlamentar.

Jeová lembrou ainda que o segundo mandato de Dilma começou em janeiro de 2015 e as contas da presidente da república, referente ao ano de 2015, nem sequer foram apreciadas pelo TCU. “O mandato que começou em 2011 terminou em 2014. O mandato que a presidente exerce agora começou em 1º de janeiro de 2015. Qual a prática criminosa que justifique tirá-la da presidência? Eu fico aqui me perguntando. Qual é a razão se não for um golpe?”, disse Jeová, lembrando os 52 anos do golpe militar de 1964, que aconteceu no dia 31 de março. O deputado encerrou seu discurso convidando a população para participar do ato político/cultural que será realizado na tarde desta quarta-feira, em João Pessoa, contra o golpe e em defesa do Estado Democrático de Direito.

 

Jeová Campos convoca população para participar de ato político/cultural em defesa da democracia

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Nesta quinta-feira (31), data em que o golpe militar de 1964 completa 52 anos, a população brasileira novamente ocupará as ruas do país em um Dia Nacional de Mobilização, em defesa da democracia, do Estado Democrático de Direito e da Constituição. Várias cidades da Paraíba, incluindo João Pessoa, farão um ato político/cultural contra a tentativa de golpe. Na capital, a manifestação está marcada para começar às 15h, com concentração nas proximidades do viaduto Damásio Franca, de onde os participantes seguirão em passeata até o Ponto de Cem Réis, onde haverá apresentações culturais e discursos, a partir das 18h.

“Estarei participando do movimento para dizer que não aceito golpe, para dizer com clareza que não aceito retrocesso, para dizer com firmeza que não é normal querer depor uma presidente sem que ela tenha praticado qualquer crime. Os golpistas querem justificar que a Constituição prevê o impeachment, e isso é verdade que tem, mas é preciso que a presidente tenha cometido um crime. Esse crime tem que estar definido em Lei. Não há crime sem Lei, nem pena sem a prévia combinação legal. Esse é um preceito do direito penal no mundo inteiro. Ai eu pergunto aos paladinos do golpe qual foi o crime que Dilma cometeu?”, questionou Jeová durante discurso na manhã desta quarta-feira (30) na ALPB.

O deputado voltou a criticar a postura da OAB, que segundo ele agiu de forma vergonhosa e descarada. “A OAB acha que é fundamento para o impeachment a nomeação de Lula. E o princípio da inocência, como fica? Até agora Lula não foi condenado em nenhum processo que o impeça de assumir um cargo de comissão que pode ser nomeado e exonerado a qualquer tempo. Por que a OAB se posiciona desta forma? Lamentavelmente, para minha tristeza, a Ordem está servindo novamente ao golpe como fez em 64. E neste momento a OAB não representa a advocacia que tem um compromisso com a ordem jurídica, com o direito positivo e com a interpretação da norma jurídica. O advogado nada mais é do que um interprete da norma, um operador em função da própria norma e o que a OAB está fazendo, lamentavelmente, é se esconder atrás de forças ocultas da sociedade brasileira e aqui fica o não e o repúdio do advogado Jeová Campos”, finalizou o parlamentar durante discurso no grande expediente.

 

Jeová Campos lembra tragédias da ditadura e diz que Brasil não pode voltar aos tempos da tortura e falta de liberdade

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Parlamentar usou a tribuna da ALPB nesta quarta-feira (30) para defender o Estado Democrático de Direito, a governabilidade e a Constituição Federal

 

            “Amanhã, dia 31, se completa 52 anos de um dos piores momentos da história política deste país, o tempo das trevas, da escuridão, o tempo em que a Imprensa não podia falar, o tempo que a liberdade de pensamento era tolhida, o tempo que muitas vidas foram ceifadas, de tortura e mortes, quando as pessoas sequer tiveram o direito de sepultar seus entes queridos que foram torturados. E essa tragédia começou com esse mesmo discurso anticorrupção dos tempos atuais, com os mesmos interesses dos paladinos da moralidade de outrora”, disse Jeová Campos, durante o pequeno expediente desta quarta-feira (30).

Jeová fez uma retrospectiva histórica, fazendo um contraponto do que aconteceu com João Goulart comparando-o com a atual situação do país. “A mesma conjuntura que nós vivemos em 1964, quando João Goulart foi deposto, estamos vivenciando agora. João Goulart era um homem do povo. Quem é Lula, um homem do povo. Os algozes de hoje são aqueles mesmo que há oito anos viviam chamando Lula de ‘papai dos pobres’. Quantas vezes Veneziano Vital do Rego não ia atrás de Lula com aquelas cabeleiras se balançando para dizer a Lula que ele era o maior amor da vida dele. E hoje, Lula é um bandido que tem que estar preso preventivamente? Tem que estar preso sem o direito de se defender? Não pode exercer um cargo de destaque na República brasileira?”, questionou Jeová.

Para o parlamentar, o que está em jogo é a tentativa de derrubar um projeto político que redirecionou as ações governamentais em prol da maioria da população brasileira, especialmente os mais carentes que se contrapõe aos interesses de uma elite dominante. “O que está em jogo é um projeto contra outro. O projeto da elite que não quer mais dinheiro para o Bolsa Família, para o Minha Casa Minha Vida, é contra o Mais Médicos, o Pronatec, que discrimina ações voltadas para os negros, os quilombolas e as minorias. Esse governo que tirou 40 milhões de brasileiros da miséria não interessa a essa gente que defende o golpe”, declarou Jeová.

O parlamentar aproveitou para convidar a população para participar de um ato político/cultural, nesta quinta-feira (31), que vai reunir artistas em várias cidades paraibanas para se contrapor a esse movimento golpistas, que é contra a democracia, contra o Estado Democrático de Direito e contra os princípios fundamentais dos direitos das pessoas humanas, que é o direito de viver com decência.

Artur Filho afirma que onda contra corrupção no país não se configura golpe e diz que todos os políticos e partidos devem ser investigados

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Parlamentar usou a tribuna da ALPB nesta quarta-feira (30) para se contrapor aos

 discursos que afirmavam que atos contra corrupção se configuram um golpe

 

            “Vejo muito desespero e incoerência dos defensores do atual governo federal, que alegam que o impeachment se constitui num golpe, inclusive, com contradições dos próprios aliados. Ciro Gomes, por exemplo, fez uma fala dizendo que “o PMDB anunciou o abandono do governo da presidente Dilma após cinco anos de fisiologia e roubalheira. Roubalheira em que governo? Ai eu pergunto, roubou com o consentimento de quem? Com o consentimento de Lula ou de FHC?”, disparou o parlamentar da tribuna da ALPB, durante o pequeno expediente, neta quarta-feira (30).

Segundo Artur Filho, para passar o país a limpo é preciso investigar todos, indistintamente. “Para passar o Brasil a limpo é preciso tirar o PT e que depois se tire o PMDB, o PSDB e os demais partidos que se envolveram em falcatruas e bote tudo na vala comum, mas é preciso investigar a fundo esses desmandos. A sociedade brasileira não aceita mais tanta roubalheira e impunidade”, disse o parlamentar.

Ainda segundo Artur, o argumento que o movimento contra corrupção se constitui em um golpe é falacioso. “O impeachment está previsto na constituição. Se valeu para Collor, porque não pode ser feito contra a presidente Dilma? Esse argumento reforça o desespero dos petistas e de quem apoia o atual governo que está mergulhado na corrupção”, finalizou Artur, lembrando que embora pense, neste aspecto, diferente do governador Ricardo Coutinho, ele faz parte da bancada do governo na ALPB.

 

Jeová Campos volta a criticar postura da OAB e diz que agindo desta forma Ordem não representa a advocacia que defende a norma legal

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“A OAB não fez um plebiscito nacional para saber a posição dos advogados e está apresentando uma proposta para atender interesses que não são da sociedade brasileira. A advocacia se baseia na busca da aplicação da norma legal, do princípio de que a norma, na República, o que deve imperar e a regra, não o desejo de alguém ou alguns, na República o poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido. A OAB não pode fazer a condução de um processo apenas para atender essas forças que foram golpistas em 64, quando a OAB estava ao lado deles, e agora eu esperava que a OAB tivesse aprendido e não voltasse a participar de um golpe desta natureza. Isso é uma vergonha”, disse o deputado Jeová Campos (PSB), durante pronunciamento na sessão desta terça-feira (29), na ALPB.

Ainda segundo o parlamentar, a OAB não está representando a boa advocacia. “A boa advocacia é o advogado postular a defesa do cumprimento da norma legal, da Lei e a OAB está fazendo o inverso. Qual o fundamento que existe para que Lula não assuma a Casa Civil. Se é para ele ser investigado, que seja. Que ele apresente sua defesa, mas a OAB ter isso como fundamento para tirar Dilma da presidência, isso é uma coisa completamente antidemocrática, autoritária e chega à beira da irresponsabilidade e eu como advogado não posso aceitar isso. Essa OAB, da forma como está se comportando, não me representa”, declarou Jeová.

Sobre a retirada do apoio do PMDB ao governo federal, Jeová disse que o PMDB é um partido de ocasião. “É difícil falar sobre o partido dos outros, mas, lamentavelmente, o PMDB é um partido de ocasião. Sarney era do PMDB e o partido o abandou. Quem fez a eleição de Collor foi o PMDB que depois também o abandonou. O PMDB participa do governo só quando convém. Na hora que não convém, abandona. Faz tão pouco tempo que eles estavam defendendo a reeleição de Dilma e ela era a melhor pessoa do mundo, de forma que não me surpreende essa decisão de abandonar o governo”, destacou o deputado, reafirmando que vai participar, no próximo dia 31, do protesto contra o golpe contra a democracia.

Alexandre Lima é o novo presidente da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil

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Paulo Leal continua na Feplana agora como vice-presidente da entidade.

 Posse da nova diretoria aconteceu nesta quarta-feira (23), em Brasília

 

A solenidade de posse dos novos membros da diretoria e do conselho fiscal da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana) realizada, nesta quarta-feira (23), em Brasília, foi bastante prestigiada. Políticos de vários estados, dirigentes de associações, entidades e indústria do setor sucroenergético e diversas autoridades prestigiaram a cerimônia que empossou Alexandre Lima, como presidente da Feplana, e Paulo Leal, como vice-presidente, além dos demais membros da diretoria de uma entidade que representa 31 associações, em 13 estados. O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso também integra a atual diretoria e responderá pelo cargo de primeiro secretário, no triênio 2016-2019.

A posse, que seguiu-se com um almoço festivo, foi realizada no Hotel Nacional e também incluiu uma homenagem ao atual secretário de Agricultura de São Paulo e deputado federal, Arnaldo Jardim, pelos relevantes serviços prestados a categoria canavieira.

“A Feplana se fortalece, cada vez mais, como entidade representativa do segmento canavieiro com ampla influência nacional, sendo a principal interlocutora do setor produtivo junto às instâncias dos poderesconstituídos”, destaca Murilo Paraíso, que estava acompanhado do vice-presidente da Asplan, Raimundo Nonato, que presidiu a solenidade de posse da nova diretoria.

Em seu discurso de posse, Alexandre agradeceu a confiança do setor, falou do quanto se sentia honrado em representar a Feplana e enalteceu a importância do setor produtivo para o desenvolvimento do país, especialmente, do Nordeste e falou sobre uma de suas agendas prioritárias que será buscar uma política pública de longo prazo que beneficie o setor sucroalcooleiro do País. “Nosso objetivo será dar continuidade ao trabalho que vinha sendo conduzido pela gestão anterior, no sentido de fortalecer as entidades de classe nos estados produtores de cana-de-açúcar”, disse Alexandre sndo bastante aplaudido.

Entre as presenças ilustres na solenidade, destacavam-se o ministro, Armando Monteiro,  do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, quatro secretários estaduais de Agricultura o Arnaldo Jardim (SP), Milton Mota (PE), Álvaro Vasconcelos (AL) e Rômulo Montenegro (PB), os deputados federais, João Coutinho e Gonzaga Patriota.

Membros da Nova Diretoria

A nova diretoria executiva da Feplana é formada por Alexandre Lima, Paulo Leal e mais Edison José Ustulin (AFIDB/SP) como 2° vice-presidente, Luis Henrique Scabello de Oliveira (Canasol/SP) – 1° secretário, Luiz Eduardo Crespo (Asflucan/RJ) – 2° secretário, Murilo Correia Paraíso (Asplan/PB) – 1° tesoureiro e Luis Carlos Orsi (AFCRC/SP) – 2° tesoureiro. O Conselho Fiscal é composto por seus membros efetivos: Aparecido Ailton Passoni (Novocana/SP), Edgar Lehay Antunes (Asplana/AL) e Renato Lima Ribeiro (Asplan/RN); e suplência: Jorge Ferreira Monteiro (AFCESB/BA), Marcos Vrossin (Alfocig/SP) e José Santos Silva Amado (Asplan/SE).

 

Rota Premium apresenta novo Jaguar XF para o mercado paraibano

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Lançamento do XF reuniu clientes, convidados e jornalistas na sede da concessionária na Estrada de Cabedelo, na noite desta terça-feira (22)

 

Todas as atenções do mercado automobilístico na Paraíba se voltaram, na noite desta terça-feira (22), para a concessionária Rota Premium, na Estrada de Cabedelo. Foi lá que o mercado local conheceu, em Avant Premiére, o mais novo lançamento da Jaguar: o XF, o sedã que está 28% mais rígido e 190 kg mais leve, graças ao uso de 75% de alumínio em sua estrutura. Best-seller mundial da marca, o XF chega em três versões, com preço inicial de R$ 264,7 mil. A gerente geral da concessionária, Mônica Paiva, junto com seu staff, recepcionou clientes, convidados e a imprensa local, ao som dos DJ’s Villarim e Da Rocha, este último vindo exclusivamente de São Paulo para o evento.

E para apresentar o modelo, que chega em três configurações, a XF Prestige, a XF Sport e a XF S, foi montado uma atmosfera de suspense, com jogos de luz, com a atração da noite estrategicamente colocada no hall de entrada da concessionária, devidamente coberta com um tecido vermelho. Quem fez a apresentação do novo modelo, enaltecendo os diferenciais do veículo que chega para disputar a liderança do segmento, foi a gerente da Rota Premium PB, Mônica Paiva. “O XF mantém-se fiel à forte herança dos sedãs esportivos Jaguar, com ainda mais modernidade e diferenciais de luxo, tecnologia, requinte, conforto e segurança, que o torna único no seu segmento. Com certeza, ele tem todos os atributos para ocupar a liderança do segmento”, destacou Mônica, agradecendo a presença dos convidados.

Em seguida, o tecido que recobria o veículo foi aos poucos sendo retirado deixando a mostra o XF para encantamento de todos. Ninguém resistiu a ver de perto todos os detalhes do veículo que ficou menor no comprimento e ao mesmo tempo maior entre-eixos (51 mm a mais), totalizando 2,96 metros e disponibilizando maior espaço interno que seu antecessor.

            O empresário Robério Caiaffo é amante de carros 4×4 e gosta de fazer trilhas, mas rendeu-se a beleza e sofisticação do XF. “É um carro para poucos privilegiados. Tem um estilo próprio e inigualável e gostei ainda mais porque ele está mais esportivo”, destacou Caiaffo. O engenheiro Hugo Nóbrega também elogiou o novo Jaguar. “É um veículo que não passa desapercebido. Tem um design exuberante, um interior que fascina, além de muita tecnologia”, afirmou ele.

           

Jeová Campos critica posição da OAB e diz que entidade assumiu posição pró-golpe

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O deputado estadual e advogado Jeová Campos (PSB) disse que se estivesse na capital paraibana, nesta terça-feira (22), participaria e apoiaria a mobilização de seus colegas advogados contra o posicionamento do conselho da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Paraíba, que se colocou a favor da abertura do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

“A Ordem deveria lutar pela aplicação das leis e em defesa da Ordem Democrática e não poderia, pela sua história de luta, assumir essa posição golpista”, declarou Jeová que está cumprindo agenda política no sertão do estado.

A mobilização dos advogados paraibanos contra a posição da OAB-PB reuniu cerca de 300 pessoas e aconteceu na Praça dos Três Poderes, no Centro de João Pessoa, na manhã desta terça-feira.

“Definitivamente, a decisão do Conselho da OAB-PB de se posicionar a favor do impeachment de uma presidente eleita democraticamente, por mais de 50 milhões de brasileiros, é antidemocrática, partidária e meramente política. A OAB e seus membros precisam respeitar e resguardar a ordem jurídica, a Constituição Federal e não estimular um golpe contra o Estado Democrático de Direito”, finaliza Jeová.

Nova direção da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil toma posse e homenageia deputado Arnaldo Jardim

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Presidente e  vice-presidente da Asplan, Murilo Paraíso e Raimundo Nonato, além de dirigentes de outras associações do Nordeste e autoridades participarão da solenidade

 

Os novos membros da diretoria e do conselho fiscal da Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana) tomam posse durante solenidade festiva, nesta quarta-feira (23), em Brasília. O atual presidente da União Nordestina dois Produtores de Cana (Unida) e da Associação dos Fornecedores de Cana de PE (AFCP), Alexandre Lima assume o cargo de presidente da Feplana, tendo como vice, o atual dirigente da entidade, Paulo Leal. O mandato corresponde ao  triênio 2016-2019. O evento acontece a partir das 12h30, no Hotel Nacional. Durante a solenidade o secretário de Agricultura de São Paulo e deputado federal, Arnaldo Jardim será homenageado.

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Murilo Paraíso, que vai participar da solenidade junto com o vice-presidente da entidade, Raimundo Nonato, lembra a importância da Feplana e da contribuição de Paulo Leal para que a entidade defenda os interesses do setor produtivo canavieiro. “Nos últimos anos, a Feplana se fortaleceu politicamente, e hoje, é frequentemente consultada pelos Poderes do Estado, quando o tema envolvido é o setor sucroenergético e a atuação de Paulo Leal a frente da entidade tem sido muito salutar, de forma que sua permanência na diretoria, defendida pelas associações e entidades de classe, foi uma unanimidade”, argumenta Murilo, que vai ocupar o cargo de primeiro tesoureiro na nova diretoria.

Murilo Paraíso lembra ainda que Alexandre não havia se colocado para assumir o cargo de presidente e só aceitou essa nova missão em função dos apelos e consenso dos dirigentes de órgãos de classe canavieiros. “Além de presidir a AFCP, a União Nordestina dos Produtores de Cana (Unida) e uma das cooperativas que reativaram usinas em PE, Alexandre concordou em dirigir a Feplana com a condição de poder contar com a colaboração e atuação de Paulo Leal, dividindo com ele as responsabilidades e atribuições que o cargo requer”, destaca Murilo.

A homenagem ao secretário Arnaldo Jardim, segundo a Feplana, é um reconhecimento diante do histórico político do parlamentar em defesa do setor canavieiro nacional. “Jardim foi o mentor e articulador no Congresso Nacional do acréscimo de 22% para 27% de anidro na composição da gasolina, que depois foi aprovado pela União”, justifica Alexandre.

Membros da Nova Diretoria

A nova diretoria executiva da Feplana é formada por Alexandre Lima, Paulo Leal e mais Edison José Ustulin (AFIDB/SP) como 2° vice-presidente, Luis Henrique Scabello de Oliveira (Canasol/SP) – 1° secretário, Luiz Eduardo Crespo (Asflucan/RJ) – 2° secretário, Murilo Correia Paraíso (Asplan/PB) – 1° tesoureiro e Luis Carlos Orsi (AFCRC/SP) – 2° tesoureiro. O Conselho Fiscal é composto por seus membros efetivos: Aparecido Ailton Passoni (Novocana/SP), Edgar Lehay Antunes (Asplana/AL) e Renato Lima Ribeiro (Asplan/RN); e suplência: Jorge Ferreira Monteiro (AFCESB/BA), Marcos Vrossin (Alfocig/SP) e José Santos Silva Amado (Asplan/SE).